6 de dezembro de 2009

"Conversando com mamãe", de Santiago Carlos Oves

86 min

Mãe e filho vivem em mundos opostos. Ele tem família, filhos e uma vida confortável. Ela, esclerosada, vive uma vida simples, sozinha. Quando Jaime é despedido da empresa em que trabalha, se vê em meio a dívidas e precisa de dinheiro. A única saída é vender o apartamento da mãe. Mas a grande surpresa é que ela tem um noivo 13 anos mais novo, com quem pretende se casar e morar, em seu apartamento.

*****

12 dezembro (sábado) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

"Cleópatra", de Eduardo Mignogna

104 min

Uma professora aposentada e uma famosa atriz de novelas. Cansadas de suas rotinas, as amigas decidem viver um final de semana diferente. No meio do caminho, conhecem um caminhoneiro e salva-vidas que se une à dupla. O filme começa em Buenos Aires, mas as circunstâncias os levam a outras províncias da Argentina. As 72 horas que passam juntos irão transformar suas vidas para sempre.

*****

11 dezembro (sexta-feira) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

"Clube da Lua", de Juan José Campanella

143 min

Mais que um acerto de contas com o passado, o filme é uma arma anti-cinismo frente às dificuldades econômicas da classe média argentina. Filmado na arruinada província de Avellaneda, nos subúrbios de Buenos Aires, o filme conta a história de um clube falido que está prestes a ser fechado para dar lugar a um cassino. Os últimos 62 sócios tentam impedir a demolição do lugar com alegação de que o espaço é fundamental à manutenção da memória coletiva do bairro, além de representar importantes questões sociais da comunidade.

*****

10 dezembro (quinta-feira) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

"Herencia", de Paula Hernández

90 min

Uma imigrante italiana que chegou à Argentina depois da Segunda Guerra Mundial em busca de um amor que nunca encontrou. Em seu restaurante, em Buenos Aires, conhece um jovem alemão que fugiu da Alemanha também por causa de um amor perdido na adolescência. Mesmo com a diferença de idade, eles passam a viver um relacionamento amigável repleto de magia e encanto, no qual cada um retomará a vontade de viver.

*****

09 dezembro (quarta-feira) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - Livre

"Nove Raínhas", de Fabián Belinsky

115 min

Dois golpistas de segunda categoria que habitualmente trabalhavam por alguns poucos pesos, se conhecem por acaso numa certa madrugada e, de repente, tornam-se sócios numa negociação multimilionária envolvendo uma série falsificada de selos raríssimos, conhecidos como as Nove Rainhas. Enquanto o veterano Marcos vai ensinando ao jovem e inexperiente Juan os segredos do ofício, eles encontram a cada passo de sua jornada inusitada outros ladrões e farsantes, numa selva onde ninguém está livre de sua pequena ou grande parcela de corrupção. Cada revelação parece esconder uma mentira; cada promessa encobre outro golpe.

*****

08 dezembro (terça-feira) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

"Histórias Mínimas", de Carlos Sorín

94 min

Um idoso à procura de um cachorro perdido em uma cidade vizinha, uma jovem calada com a esperança de ganhar um multiprocessador em um programa de auditório na TV, e um vendedor bom de conversa que, para conquistar uma cliente que só conheceremos no final, esforça-se para deixar perfeito o bolo de aniversário do filho dela, com o qual fará seu agrado-surpresa – embora nem conheça o menino. O filme propõe a poesia da simplicidade. Simples é a vida de seus três personagens centrais, simples são as metas pelas quais lutam ao longo do filme.

*****

07 dezembro (segunda-feira) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

2 de dezembro de 2009

"Malena", de Giuseppe Tornatore

92 min

Filme que explora os diferentes impactos sociais e subjetivos que uma mulher provoca no contexto de um pequeno vilarejo italiano, em função de não esconder sua sexualidade, durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar de tratar de momento histórico pregresso, o filme aborda temática que segue fazendo vitima na contemporaneidade, como o recente caso da estudante da UNIBAN, em São Paulo, que revela as dificuldades da "sociedade" em acolher o sujeito feminino em sua condição de sujeito desejante, ao qual parece seguir, ainda, acusando-as de forma de forma violenta.

*****

05 dezembro (sábado) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedora:
Ângela Albino (União Brasileira de Mulheres)

CLASSIFICAÇÃO - 16 anos

22 de novembro de 2009

"A Partida", de Yojiro Takita



Tóquio. Daigo integra uma orquestra sinfônica em dificuldade, que acaba por ser dissolvida. Sem ter como pagar as dívidas, o músico vende o violoncelo e, tendo a concordância da mulher Mika (Riyoko Hirosue), decide retornar a sua cidade para morar na própria casa, vazia desde que sua mãe morrera, há algum tempo, sem que ele pudesse estar presente aos funerais. Lá, consegue um inusitado emprego: torna-se um “nokanshi”, uma espécie de coveiro especial, mestre em lavar e vestir cadáveres. Essa função advém de uma antiga tradição japonesa, de deixar o morto limpo, belo e bem tratado para seu último momento, função antes exercida pelas famílias dos mortos, mas já meio esquecida e agora por conta de profissionais liberais.

*****

28 novembro (sábado) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 14 anos

18 de novembro de 2009

"Páginas da Revolução", de Roberto Faenza

104 min

Em Lisboa, sob o regime Salazarista em uma Europa prestes a entrar na Segunda Guerra, Pereira (Marcello Mastroianni) é o editor de um importante jornal. Dentro deste contexto, decide contratar um jornalista para escrever óbitos antecipados de escritores famosos e grandes poetas. Pereira, então, se defronta com um jovem idealista, comprometido com atividades revolucionárias. Esse encontro transforma sua vida. Ele abraça com todas as forças uma causa que o torna um homem vigiado e perseguido. Um fugitivo prestes a escrever suas últimas páginas pela liberdade de expressão.

*****
21 novembro (sábado) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedoras:

Janice Gonçalves (História / UDESC)
Simone Schimdt (Letras / UFSC)

CLASSIFICAÇÃO - 16 anos

10 de novembro de 2009

"Mar Adentro", de Alejandro Amenábar

125 min

Ramón leva quase trinta anos debilitado em uma cama sob os cuidados de sua família. Sua única janela para o mundo é a de seu quarto, junto ao mar por onde tanto viajou e onde sofreu o acidente que interrompeu sua juventude. Desde então, seu único desejo é terminar com sua vida dignamente - eutanásia. A chegada de duas mulheres alternará seu mundo: Julia, a advogada que quer apoiar sua luta e Rosa, uma vizinha do povoado que tentará convencer-lhe de que viver vale a pena. A luminosa personalidade de Ramón termina por cativar a ambas, que terão que questionar como nunca os princípios que regem suas vidas.

*****
14 novembro (sábado) - 19:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:
Pedro de Souza (Literatura / UFSC)
Rafael Rosa Hagemeyer (História / UDESC)

CLASSIFICAÇÃO - 16 anos

3 de novembro de 2009

"O quarto do filho", de Nanni Moretti

de Nanni Moretti
98 min

Este filme retrata de forma realista e comovente a dor e o luto vividos por uma família de classe média italiana, frente a perda de um de seus membros. Giovanni, um psicanalista bem sucedido, leva uma vida feliz que compartilha com a mulher e um casal de filhos adolescentes, até que vê todo esse projeto ruir com a trágica morte do filho caçula.

*****

07 novembro (sábado) - 18:30h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:
Cleudes Maria Slongo (Psicanalista / EBP)
Frederico Didone (Integrante Oficina Clínica do Feminino / EBP)

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

Ciclo de filmes "As relações do homem com a pena capital"

Por se perceber finito, o homem aguarda com ansiedade o que poderá ocorrer após a morte, e a crença na imortalidade, dada através das experiências religiosas, as quais garantem a manutenção da vida após a morte, simboliza, ao mesmo tempo, a recusa da própria destruição e o anseio pela eternidade.

Contudo, é extremamente importante perceber que o entendimento e sentido da morte não fora sempre o mesmo. Outrora, a morte não fora encarada propriamente como um problema, como o desfecho da vida de um indivíduo, mas como um processo integrado às práticas coletivas de cultos aos ancestrais, em virtude do extenso vínculo social e/ou emocional do morto para com sua respectiva comunidade; ou seja, o existir constituía-se como essencialmente relacional, pois a individualidade se encontrava envolvida pela totalidade da comunidade. Por isso, a morte não era percebida como fim, já que o morto apenas mudava de estado. Assim, apenas passava a pertencer à comunidade dos mortos, por meio de ritos adequados às ocasiões.

Atualmente, entretanto, como resultado dos processos de urbanização e industrialização, a grande cidade cosmopolita, impiedosamente, acabou por destruir os antigos laços relacionais, fragmentando as comunidades em núcleos cada vez menores, instaurando, desse modo, o extremo individualismo. O capitalismo impele ao indivíduo a máxima eficiência na produção, no consumo, corroborando para a manutenção ascendente do “progresso”. É provável que seja essa a razão do “escamoteamento” da morte por parte das sociedades contemporâneas.

A tentativa em ocultar a morte se dá por intermédio de procedimentos distintos: normalmente, em casos de doenças terminais, familiares do doente que se encontra às portas da morte, em cumplicidade com os médicos, acabam por esconder do paciente sua doença letal; crianças pouco freqüentam cemitérios ou velórios, com a justificativa destes espaços não representarem ambientes adequados à infantilidade e pureza juvenil; mortos postos dentro de caixões acolchoados, de cetim, os quais dão a impressão do falecido estar deitado, repousando, sobre uma cama confortável etc.

“Quem ensinasse os homens a morrer, os ensinaria a viver”
Michel de Montaigne.
(escritor e humanista francês)

Thiago Oliva

*****

Devido às inúmeras leituras e entendimentos que o homem faz da morte, a partir de suas respectivas estruturas culturais e sociais, o CineARTH os convida para assistir e debater filmes em que a pena capital se faz presente, aos sábados de novembro.

- 07.11 - "O Quarto do Filho" (2001), de Nanni Moretti
- 14.11 - "Mar Adentro" (2004), de Alejandro Amenábar
- 21.11 - "Páginas da Revolução" (1996), de Roberto Faenza
- 28.11 - "A Partida" (2008), de Yojiro Takita

27 de outubro de 2009

Programação especial no CineARTH, sábado, 31/10

Cinéfilos do CineARTH,

Ao invés de exibirmos "apenas" um filme, como de costume, iremos promover, 31/10, sábado próximo, uma notável e magnânima tarde de filmes e apresentação musical. As exibições ocorrerão às 15:00h, às 18:30 e às 19:00. Os detalhes:

“BRINCANDO NOS CAMPOS DO SENHOR” (1991)

de Hector Babenco
186 min

Uma aeronave usada para pequenos combates aterrissa em Mãe de Deus, nome irônico dado a um vilarejo localizado no mais remoto afluente remanso da floresta Amazônica. O funcionário do governo no local, recusa o pedido de gasolina feito pelos aventureiros do avião, confiscando seus passaportes, com a prerrogativa de devolvê-los mediante à realização de um pequeno serviço: bombardeio à aldeia indígena dos niarunas, cujas terras são cobiçadas por razões econômicas. Enquanto isso, um casal de evangélicos e seu filho pequeno embrenham-se na selva amazônica brasileira para catequisar os índios ainda arredios à noção de Deus.

31 de outubro (sábado) – 15:00 h

__________


HOMENAGEM À VILLA-LOBOS


Ponteio deriva do termo punteado, referindo-se a uma técnica de dedilhado do violão flamenco oposta ao rasgueado, mas também a uma técnica proveniente da guitarra barroca, instrumento que no Brasil desenvolveu-se na nossa conhecida viola caipira. O ponteio é, em suma, o ato de dedilhar a viola, designando também uma forma musical tipicamente brasileira que serve como um prelúdio. “Ponteio – Violão na Udesc” é um programa de extensão que visa promover o desenvolvimento da arte do violão na universidade, através de projetos que contemplam a performance do violão solo e em grupo, oficinas de ensino de instrumento, cursos de atualização e pesquisas acadêmicas relacionadas ao violão e ao seu repertório. Intimamente ligado à produção dos professores e alunos do curso de Bacharelado em Violão da Udesc, o programa procura estabelecer parcerias de cooperação com instituições locais, regionais, nacionais e internacionais, oferecendo à comunidade acadêmica e ao público de Florianópolis um panorama do que há de melhor da produção violonística contemporânea.

Músicos:

Andrei Uller
Igor Issicaba
João Penegalli

31 de outubro (sábado) – 18:30 h

__________


"CHEIRO DE PEQUI" (2006)

Takumã e Maricá Kuikuro
36 min

É tempo de festa e alegria no Alto Xingu. A estação seca está chegando ao fim. O cheiro de chão molhado mistura-se ao doce perfume de pequi. Mas nem sempre foi assim: se não fosse por uma morte, o pequi talvez jamais existisse. Ligando o passado ao presente, os realizadores kuikuro contam uma história de perigos e prazeres, de sexo e traição, onde homens e mulheres, beija-flores e jacarés constroem um mundo comum.

e

“O DIA EM QUE A LUA MENSTRUOU” (2004)

Takumã e Maricá Kuikuro
28 min

De repente, um eclipse. Os animais se transformam. O sangue pinga do céu como chuva. O som das flautas sagradas atravessa a escuridão. Não há mais tempo a perder. É preciso cantar e dançar. É preciso acordar o mundo novamente. Os realizadores kuikuro contam o que aconteceu nesse dia, o dia em que a lua menstruou.

31 de outubro (sábado) – 19:00 h

Debatedor:
Mutua Mehinaku (Associação kuikuro)

*****

ENTRADA FRANCA!

Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinha, 196, Centro.

CLASSIFICAÇÃO - Livre

21 de outubro de 2009

Programação especial no CineARTH - sábado, 24/10

Cinéfilos do CineARTH,

Ao invés de exibirmos "apenas" um filme, como de costume, iremos promover, 24/10, sábado próximo, uma notável e magnânima tarde de filmes. Decidimos pela apresentação de filmes às 15:00h, às 16:50, e às 18:30. São eles:

“AZUR ET ASMAR” (2006), de Michel Ocelot

Na Europa medieval, uma mulher árabe amamenta duas crianças: seu próprio filho, Asmar, de olhos e cabelos escuros, e Azur, o filho loiro do senhor do castelo. Os dois crescem como irmãos, ouvindo histórias sobre a Fada dos Djinns, mas são separados antes da adolescência, tornando-se inimigos. Azur resolve retornar à terra natal de Asmar e os dois empreendem uma travessia em busca da fada.

24 de outubro (sábado) – 15:00h

_____


“GERAÇÃO ROUBADA” (2002), de Phillip Noyce


O filme mostra a história real de três meninas aborígenes que caminharam quase 2.500 km pelo ‘outback’ australiano (região árida e pouco habitada do país). O relato está no livro Follow the Rabbit-Proof Fence, da escritora aborígine Doris Pilkington Garimara, que foi separada da mãe na infância e só voltou a vê-la muitos anos depois. A chamada ‘Geração Roubada’ é um dos períodos mais sombrios da história australiana. As crianças aborígines eram retiradas de suas famílias pelo Estado e encaminhadas para prestar serviços domésticos nas casas de famílias brancas.

24 de outubro (sábado) – 16:50h

_____


“MORAYNGAVA, Memória e Iniciação Xamanística” (1997), de Regina Müller e Virgínia Valadão

O filme aborda a iniciação xamanística da comunidade indígena Asuriní, do Xingu. O aprendizado do canto e da dança através da transmissão de conhecimento entre as gerações.

24 de outubro (sábado) – 18:30h

Debatedores:
Alberto Groisman (UFSC / NUR)
Oscar Calavia Saez (UFSC / NUTI)



*****

ENTRADA FRANCA!

Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinha, 196, Centro.

CLASSIFICAÇÃO - Livre

15 de outubro de 2009

Programação especial no CineARTH - sábado, 17/10

Cinéfilos do CineARTH,

Ao invés de exibirmos "apenas" um filme, como de costume, iremos promover, 17/10, sábado próximo, uma notável e magnânima tarde de filmes. Decidimos pela apresentação de filmes às 15:00h, às 16:30, e às 18:30. São eles:


"KIRIKU E A FEITICEIRA" (1998), de Michel Ocelot


Uma história que celebra a coragem, a curiosidade e a astúcia sobre uma comunidade subjugada por uma terrível feiticeira. Kiriku, um menino que nasceu para lutar e combater o mal, enfrenta o poder da Karabá, a feiticeira maldosa e seus guardiões. Kiriku aprende em sua luta que a origem de tanta maldade é o sofrimento e só a verdade, o amor, a generosidade e a tolerância, aliados à inteligência, são capazes de vencer a dor e as diferenças. Um desenho animado moderno que fala a língua das crianças sem subestimar a inteligência dos adultos. O filme remonta uma lenda da Guiné, noroeste do continente africano, onde o diretor Michel Ocelot passou parte de sua infância.


17 de outubro (sábado) – 15:00h

______


"TERRA VERMELHA" (2008), de Mauro Bechis


O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowás, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Uma disputa metafórica é criada. A compreensão e o diálogo buscam espaço nesse antigo conflito. Enquanto isso, o jovem Osvaldo, que vive um terrível embate contra o desejo de morrer, vai furtivamente buscar água no rio que corta a fazenda e conhece a filha do fazendeiro. Um encontro em que a força do desejo transpassa e ao mesmo tempo acentua o desentendimento entre as civilizações.


17 de outubro (sábado) – 16:30h

______


"A INAUGURAÇÃO DA FESTA DE ARTESANATO DOS XOKLENG" (2004), de Jean Langdon


O filme pensa a construção da identidade xokleng a partir da Festa de Inauguração do Centro de Turismo e Lazer, realizada em 2003. Neste evento, ocorre uma espécie de retradicionalização do grupo, onde, devido ao contexto nacional (constituição de 1988) e internacional (preocupação com o desenvolvimento sustentável), os Xokleng tentam adentrar ao diálogo multiculturalista.


17 outubro (sábado) - 18:30h


Debatedoras:
Jean Esther Langdon (UFSC / IBP)
Deise Lucy Montardo (UFAM / IBP)


*****

ENTRADA FRANCA!

Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

CLASSIFICAÇÃO - Livre

5 de outubro de 2009

"MBYÁ-GUARANI – Guerreiros da Liberdade", de Charles Cesconetto

O documentário trata do violento processo de aculturação dos índios guaranis Mbyá de Santa Catarina, e destaca a resistência e a luta pela terra empreendida por esse povo. A mitologia dos Mbyá, contada pelo pajé Timóteo, atravessa todo o filme revelando o significado do sol e da lua, o surgimento do mal e da primeira terra. São abordados também problemas relacionados à saúde, subnutrição e degradação social.

*****
10 outubro (sábado) - 18:30h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - Livre

28 de setembro de 2009

"Réquiem para um Sonho", de Darren Aronofsky


Três viciados, que no início do filme, estão cheios de sonhos e com boas perspectivas de realizá-los; afinal são jovens, cheios de idéias e energia. Porém, com o vício (são dependentes de heroína), acabam ferrando tudo. Enquanto isso, Sara, mãe de um dos jovens, é viciada em televisão e, quando recebe uma possível proposta de participar de um programa de auditório, resolve emagrecer com pílulas de anfetamina, que acabam perdendo o efeito com o tempo, e ela, dependente, começa a exagerar na dose para tentar recuperar a eficiência das pílulas. Réquiem Para um Sonho é um filme que se destaca tanto na parte técnica como no enredo e no conteúdo. Dois anos depois de seu lançamento, o filme já era considerado uma das obras-primas máximas a retratar o mundo das drogas, com uma linguagem moderna, ousada e incrivelmente realista. Filme obrigatório para os adoradores do bom cinema.

*****

03 outubro (sábado) - 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedoras:

Cleudes Slongo (Psicanalista)
Mariléia Maria da Silva (Educação / UDESC)

CLASSIFICAÇÃO - 18 anos

21 de setembro de 2009

"Os Educadores", de Hans Weingartner


Jovens do século XXI que expressam sua indignação de forma pacífica: eles invadem mansões, trocam móveis e objetos de lugar e espalham mensagens de protesto. Não se pode olhar o mundo hoje sem passar pelos anos 60, o que equivale dizer que toda a energia dos saudosos anos parece ter deixado como efeito uma sensação de que os jovens nunca foram tão “significativos” como àquela época, mas também de que eles “malograram” com seus ideais políticos. A mensagem destes Educadores não é uma mensagem reacionária. Não chega nem mesmo a ser um pedido de revolução. O objetivo deles é, antes de mais nada, não se renderem ao sistema. Pode ser pretensioso que se auto-intitulem “educadores”, visto que não estão dando lições a ninguém, mas apenas procuram deixar os ricos inseguros. Se há algo que eles ensinam é um exemplo de coragem. Não a coragem de burlar sistemas sofisticados de segurança, mas a coragem de não se deixar alienar, a coragem de acreditar na igualdade sabendo que sentimentos utópicos de uma sociedade perfeita não levam a nada.

*****

26 setembro (sábado) - 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:

Ana Maria Preve (Geografia / UDESC)
Bárbara Giese (História / UDESC)

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

15 de setembro de 2009

"Linha de Passe", de Walter Salles


O filme repensa o Brasil nas suas questões históricas e em suas urgências mais atuais. A consolidação de novos modelos de família e a luta pela sobrevivência diária na metrópole excludente são as mesmas situações que vemos camufladas em novelas das oito onde a mesa do café da manhã dos personagens menos afortunados representa uma fantasia de realidade que ridiculariza mais do que diverte. Desvinculados por vários fatores, sejam de ordem social, geográfica ou monetária, as personagens transitam pela cidade em busca de seus lugares. O desfecho reforça a tese de que a concretude da vida, infelizmente, é capaz de retirar dos indivíduos a capacidade de perseguir seus sonhos, por mais concretos que possam ser.

*****

19 setembro (sábado) - 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:

Ana Alice Brancher (História / UFSC)

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

7 de setembro de 2009

"Proibido Proibir" - Jorge Durán


Proibido proibir é sobre a juventude de hoje, que está perdida na sua própria inércia. Uma juventude que tem que arranjar novas bandeiras para levantar, que tem que descobrir contra o que se rebelar. A fita até lembra Jules e Jim, de Truffaut, em função do triângulo amoroso que se configura durante o desenrolar da trama, mas está bastante distante quanto à proposta norteadora. Três estudantes imersos nos problemas sociais na zona norte carioca, como a violência e a pobreza.

*****

12 setembro (sábado) - 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:

Antero Reis (História / UDESC)
Mariléia Maria da Silva (Educacação / UDESC)

CLASSIFICAÇÃO - 14 anos

2 de setembro de 2009

"Crazy, loucos de amor" - Jean Marc Vallée


Cinco irmãos que os pais certamente gostariam que fossem tão unidos como Rocco e seus Irmãos, clássico de Luchino Visconti. Acompanhando duas décadas do cotidiano familiar, de 1960 a 1980, o filme centra-se no conflito entre Zac e o pai, que não aceita a homossexualidade do filho, para ao mesmo tempo traçar as mudanças que se verificam no comportamento social e propor como saída o diálogo e a aceitação das diferenças. O filme não julga: os personagens têm vida própria e são fiéis às suas crenças e idéias, estejam elas “certas” ou “erradas”.

*****

05 setembro (sábado) - 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:

Tito Sena (Psicologia / UDESC)
Vânia Müller (Música / UDESC)

CLASSIFICAÇÃO - 14 anos

Ciclo de Cinema "Juventude no Museu"


“A idéia e um dado biológico socialmente manipulado e manipulável: e o fato de falar dos jovens como se fosse uma unidade social, um grupo constituído, dotado de interesses comuns e relacionar estes interesses a uma idade definida biologicamente já constitui uma manipulação evidente. Seria preciso pelo menos analisar as diferenças entre as duas juventudes; poderíamos comparar sistematicamente as condições de vida, o mercado de trabalho, o orçamento do tempo, dos “jovens” que já trabalham e dos adolescentes da mesma idade (biológica) que são estudantes: de um lado, as coerções do universo econômico real, apenas atenuadas pela solidariedade familiar, de outro, as facilidades de uma economia de assistidos quase lúdica, fundada na escolaridade prolongada (com subvenção para alimentação e moradia a preços baixos, entrada para teatro, cinema a preço reduzido etc”.

Pierre Bourdieu, in: A Juventude é Apenas uma Palavra

*****

- 05.09 – “Crazy, loucos de amor”, de Jean Marc Vallée (2005)
- 12.09 – “Proibido Proibir”, de Jorge Duran (2007)
- 19.09 – “Linha de Passe”, de Walter Salles (2008)
- 26.09 – “Os Educadores”, de Hans Weingartner (2004)
- 03.10 – “O Ódio”, de Mathieu Kassovitz (1995)

Sábados de setembro, às 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

29 de agosto de 2009

POLÍTICA EDUCACIONAL NA FAED - Apresentação do filme "MACIÇO" - apoio Cinearth


É evidente que Florianópolis possui belezas naturais singulares, capazes de inserir a ilha nos mais diversos destinos turísticos. No entanto, constitui erro tomar uma abstração (uma parte do todo) como realidade absoluta. Marginalmente ao perfil recreativo da porção insular da capital, se desenrolam dramas humanos e riquezas culturais inaparentes ao olhar menos profundo. Assim, o filme procura dar atenção às comunidades que compõem os 30 (trinta) mil moradores do Maciço do Morro da Cruz.

*****

02 setembro (quarta-feira) - 18:30h
Auditório FAED
av. Madre Benvenuta, 2007, Itacorubi

A partir da exibição do filme de Pedro MC, que mostra o que pensam os moradores/as das trinta comunidades que formam o Maciço de Florianópolis, a ADFAED, em apoio ao movimento da Comissão de Educação do Fórum do Maciço, convida todos/as à discussão sobre as escolas de ensino fundamental ANTONIETA DE BARROS e SILVEIRA DE SOUZA, as quais atendem as crianças desta região e que estão em processo de FECHAMENTO.


Debatedores:

Pedro Mc (Diretor)
Carla Oliveira (Sindicato dos Trabalhadores em Educação)
Jefferson Dantas (Fórum Educação Maciço)
Norbeto Correa Silva Junior (professor EEF Silveira de Souza)

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

25 de agosto de 2009

"FRENESI" - Alfred Hitchcock


O mestre nos leva a Londres, onde mais um serial killer estupra e mata mulheres, todas auxiliado por uma gravata. À medida que o cerco policial o encurrala, o assassino resolve incriminar um amigo, Richard Blaney, o qual fará o impossível para provar sua inocência. O filme contém cenas magistrais. Vale destaque ao momento em que o assassino se atrapalha para esconder um corpo dentro de um caminhão de batatas (inevitavelmente nós, espectadores, acabamos por torcer para que ele não seja pego). Tensa e leve, a cena serve para mudarmos o ângulo de visão em relação ao matador, que antes se mostrava implacável e sagaz, mas aqui, o vemos humanizado e passível de erros. Um Hitchcock no fim da vida, mas sem perder a forma. Penúltima grande pérola do diretor, que realizou este filme praticamente 50 anos depois de seu primeiro grande sucesso, e provou que sabia trabalhar com a linguagem cinematográfica em qualquer década, mostrando que seu estilo estava sempre se revigorando.

*****

29 agosto (sábado) - 18:00h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:

Mauro Pommer (Cinema / UFSC)
Paulino Penha (escritor)

CLASSIFICAÇÃO - 14 anos

19 de agosto de 2009

"PSICOSE" - Alfred Hitchcock


A imagem da faca se aproximando, a música estridente criando tensão e o grito da atriz Janet Leigh fizeram desta uma das cenas mais famosas e homenageadas do cinema. O filme conta a história de uma secretária que rouba US$ 40 mil da imobiliária onde trabalha e foge. Ela sai dirigindo sem destino e acaba parando no Motel Bates, um lugar decadente na beira da estrada. Lá, é recepcionada pelo simpático, porém estranho, Norman Bates, um tímido rapaz dominado pela mãe. Logo após o jantar, quando ela vai tomar banho... Bom, você já sabe o que acontece. Hitchcock decidiu fazer o filme em preto e branco para que a cena do banheiro não ficasse muito forte, visceral e também para criar efeitos cinematográficos, pela razão do sangue que escorre pelo chão ser calda de chocolate e o som das facadas captado usando um melão como vítima.

*****

22 de agosto (sábado) – 18:30 h
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Debatedores:

Alexandre Valim (Cinema / UFSC)
Janice Gonçalves (História / FAED)
Paulino Penha (escritor)

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

"FESTIM DIABÓLICO" e "PSICOSE" - Alfred Hitchcock

Em virtude da impossibilidade de apresentação do filme "Festim Diabólico", de Alfred Hitchcock, no último sábado, 15/08, por causas sanitárias, o Cinearth irá compensar seu público de modo diferente. Ao invés de "apenas" 01 (hum) filme, iremos assistir e debater 02 (dois) filmes do mestre do suspense. Assim, fica estabelecido:

- "FESTIM DIABÓLICO" (1948), às 17:00h;
- "PSICOSE" (1960), às 18:30h.

Após a apresentação das fitas, o já tradicional debate!

*****

Sábado, 22 de agosto, a partir das 17:00h
Museu da Escola Catarinense (Antiga FAED)
r. Saldanha Marinha, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Esclarecimento!

No último sábado, 15/08, não houve sessão de cinema no Cinearth em função das recomendações sanitárias propostas pela Vigilância da Saúde de Florianópolis, a qual promoveu a advertência com a intensão de preservar tudo aquilo relacionado ao bem estar físico e social da população, que encontra-se sujeita à contaminação da "temível" gripe A (H1N1).

Contamos com a colaboração de todos.

8 de agosto de 2009

"FESTIM DIABÓLICO" - Alfred Hitchcock


Filme que bem pontua a maneira “hitchcockiana” de trabalhar a mudança de tons trágico e cômico. Foi realizado em tomadas contínuas de quatro a dez minutos, tendo sido editado com grande habilidade, pois os cortes não são evidentes. O enredo foi inspirado em uma ocorrência real, quando dois jovens da Universidade de Chicago cometem um assassinato com a finalidade de provar a si mesmos a possibilidade da promoção do crime perfeito. Assim, para desafiar os amigos e a família, escondem o cadáver dentro de um baú, o qual servirá de mesa e estará exposto no meio da sala de estar do apartamento onde recepcionarão convidados em um festim.

*****

Sábado, 15 de agosto, às 18:00h.
Museu da Escola Catarinense (Antiga FAED)
r. Saldanha Marinha, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

22 de julho de 2009

"O PENSIONISTA" - Alfred Hitchcock


O inocente perseguido sem ter culpa e a polícia truculenta, incompetente. O filme é repleto de imagens brilhantemente concebidas, como o pensionista andando em seu quarto e visto através do teto; a janela desenhando uma sombra sobre o seu rosto; ou ele pendurado pelas algemas na grade, em um enredo que revela um serial killer, em Londres, que busca vítimas que contenham os cabelos loiros. Por coincidência, a filha do casal dono do pensionato se enquadra dentro do perfil estabelecido pelo assassino, e seu namorado, um detetive, passa a desconfiar de um dos inquilinos do prédio, um rapaz que possui comportamentos exóticos.

*****

Sábado, 08 de agosto, às 18:00h.
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos

21 de julho de 2009

Agosto Cinearth - Alfred Hitchcock

"OPERÁRIO PRIMOROSO"

Obra-prima é o termo conveniente a designar uma determinada produção artística que conseguiu atingir a precisão entre conteúdo e forma, originada, sobretudo, pelo desejo da autenticidade.

Agosto, um mês sinistro sob vários aspectos, é o mês em que há 110 anos nascia um diretor de cinema em cuja carreira, erigida em 56 longas-metragens, há pelo menos 10 trabalhos inquestionáveis que não merecem outro atributo além de obra-prima.

Vejam bem: um sujeito que realizou 56 longas e pelo menos 10 desses conseguiram cumprir as severas exigências que implica a conquista do meritório título. Essa constatação já seria suficiente para tratá-lo como gênio, mestre, e demais epítetos que evocam reconhecimento, admiração, respeito... Mas ainda é bom lembrar que o mesmo sujeito foi pioneiro de técnicas cinematográficas, roteirista, produtor, dirigiu em outros formatos, e qualquer filme feito por ele no mínimo pode ser mencionado em um compêndio de cenas antológicas do cinema — e olha que ele ainda teve que lidar com a indústria de Hollywood, sendo que o sucesso com o grande público não foi pequeno.

Não vou nem falar acerca da natureza de seus personagens e das sutilezas em transpor o trágico ao cômico e vice-versa. Então, como poderíamos denominar um sujeito assim? A solução é simples, basta chamá-lo de Alfred Hitchcock.

Texto de Paulino Penha.

*****

Por isso, o Cinearth dedicará o mês de agosto à representatividade "hitchockiana".

- 08.08 - "O Pensionista" (1926)
- 15.08 - "Festim Diabólico" (1948)
- 22.08 - "Psicose" (1960)
- 29.08 - "Frenesi" (1972)

Sábados de agosto, às 18:00h.
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Saboreiem:
video

"MACIÇO" - Pedro MC


É evidente que Florianópolis possui belezas naturais singulares capazes de inserir a ilha nos mais diversos destinos turísticos. No entanto, constitui erro tomar uma abstração (uma parte do todo) como realidade absoluta. Marginalmente ao perfil recreativo da porção insular da capital, se desenrolam dramas humanos e riquezas culturais inaparentes ao olhar menos profundo. Assim, o filme procura dar atenção às comunidades que compõem os 30 (trinta) mil moradores do Maciço do Morro da Cruz.

Após a exibição do filme, debate:

- Pedro MC (Diretor)
- Jefferson Dantas (Fórum Educação Maciço)
- Francisco Canella (Historiador / Sociólogo - UDESC)

*****

Sábado, 01 de agosto, às 18:00h.
Museu da Escola Catarinense (antiga FAED)
r. Saldanha Marinho, 196, Centro.

ENTRADA FRANCA!

Abaixo, entrevista com o diretor Pedro MC.
video

CLASSIFICAÇÃO - 12 anos